
Câmara de Paulínia celebra 32 anos do prédio Ulysses Guimarães, marco político e cultural da cidade
Nesta quinta-feira (28), a Câmara Municipal de Paulínia celebra os 32 anos do edifício Ulysses Guimarães, inaugurado em 1993 durante a gestão da então presidente Sonia Prado de Oliveira. Localizado na Rua Carlos Pazetti, no Jardim Vista Alegre, o prédio se consolidou como símbolo da vida política e também de manifestações culturais e sociais do município.
Ao longo de mais de três décadas, o espaço abrigou legislaturas importantes — atualmente está em andamento a 15ª (2025–2028), com 17 vereadores —, sendo palco de embates políticos, votações decisivas, convenções partidárias, manifestações populares, sessões da Câmara Jovem, palestras e formaturas, além de peças teatrais e eventos cívicos.
Estrutura e história
Desde 1965, o Legislativo paulinense já teve três sedes: a primeira na Rua Malavazzi (atual Defesa Civil), depois no prédio “28 de Fevereiro” (hoje Fórum), até se fixar em 1993 no atual edifício. Em 2013, um anexo moderno foi inaugurado para abrigar setores administrativos e de apoio. O prédio também conta com vagas no subsolo, elevador e escadas internas, além de saída de emergência, garantindo acessibilidade e segurança.
Mulheres na política
De 1965 até 2025, apenas seis mulheres foram eleitas vereadoras em Paulínia — sendo cinco delas dentro do período atual do prédio. Entre os nomes estão Sonia Prado de Oliveira, Maria Sílvia de Arruda Ferro, Simone Moura, Siméia Zanon, Ângela Maria Duarte e Fábia Ramalho.
Vereadores mais longevos
Alguns parlamentares se destacaram pela quantidade de mandatos exercidos. Odair José Bordignon, Francisco Bonavita e Angelo Corassa Filho figuram entre os mais atuantes nas décadas de 1980 a 2000. Mais recentemente, Tiguila Paes e Fábio Valadão garantiram sequência de mandatos consecutivos, alcançando a 15ª Legislatura.
Espaço político e social
Mais do que sede do Poder Legislativo, a Câmara se tornou palco da expressão popular e de atividades educativas e culturais. Professores, servidores, movimentos sociais e estudantes já ocuparam o plenário em atos, audiências públicas e solenidades. O prédio, que completa 32 anos, segue sendo o centro da vida política e democrática de Paulínia.