
O mercado de trabalho de Paulínia encerrou agosto em queda, registrando o pior saldo de vagas formais desde a implantação do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (29) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o município fechou 317 postos de trabalho com carteira assinada.
Foram contabilizadas 3.345 admissões e 3.662 desligamentos no período. O setor de Serviços foi o destaque positivo, com 348 novas vagas líquidas. Em contrapartida, a Construção liderou as demissões, com saldo negativo de 605 postos.
Na comparação com agosto de 2024, o resultado representa uma queda de 14,09%, já que naquele mês o saldo foi de -369 vagas. Em agosto de 2020, primeiro ano da nova metodologia do Caged, Paulínia havia registrado saldo positivo de 214 empregos.
Apesar do desempenho ruim em agosto, o município ainda mantém saldo positivo em 2025. Os meses de janeiro, fevereiro, março, maio e julho somaram 3.441 contratações líquidas, enquanto abril, junho e agosto juntos registraram 1.751 desligamentos líquidos. Com isso, Paulínia acumula 1.690 vagas formais abertas no ano e mantém um estoque de 58.262 empregos com carteira assinada.

