sábado, julho 20, 2024
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Varíola dos macacos: Paulínia confirma segundo caso da doença

Paulínia confirmou segundo caso de varíola dos macacos (Foto: Divulgação)

Paulínia confirmou neste domingo (31/7) por meio de diagnóstico laboratorial, o segundo caso de Monkeypox (Varíola dos Macacos) na cidade. O paciente é um homem de 19 anos.

 Segundo a secretaria de Saúde, o paciente apresenta quadro clínico estável e é acompanhado pelo serviço de saúde da rede municipal de Paulínia. Ele também está sendo monitorado pelas autoridades sanitárias do município de Paulínia.

Atualmente, são considerados casos suspeitos pessoas que apresentem erupções cutâneas agudas em qualquer parte do corpo (incluindo região genital) sugestivas de monkeypox, associadas a febre, dor de cabeça e linfoadenomegalia, que é o inchaço dos gânglios linfáticos, e com histórico de viagem para países endêmicos ou contato próximo com indivíduo infectado.

Clinicamente menos grave que a varíola humana, a varíola dos macacos foi identificada em 1958 e é transmitida pelo vírus monkeypox. A doença zoonótica viral é confirmada por meio de exames e a partir confirmação diagnóstica, o indivíduo deve permanecer em isolamento de contato conforme recomendação médica.

O primeiro caso da doença foi confirmado na cidade no dia 26 deste mês. O contaminado foi um homem de 27 anos, atendido pela rede de saúde privada de Campinas.

SINTOMAS
O principal sintoma é o aparecimento de lesões parecidas com espinhas ou bolhas que podem surgir no rosto, dentro da boca ou em outras partes do corpo, como mãos, pés, peito, genitais ou ânus, além de:
– Caroço no pescoço, axila e virilhas; 
– Febre; 
– Dor de cabeça; 
– Calafrios; 
– Cansaço; 
– Dores musculares.

As pessoas que tiverem um dos sintomas devem procurar um serviço médico e permanecer em isolamento. A doença costuma durar de duas a quatro semanas.

COMO SE PREVENIR?
– Evitar contato próximo com a pessoa doente até que todas as feridas tenham cicatrizado;

– Evitar o contato com qualquer material, como roupas de cama, que tenha sido utilizado pela pessoa doente;
– Higienização das mãos, lavando-as com água e sabão e/ou uso de álcool gel.