
Carreta quebrada bloqueou rotatória no Trevo do Metropolitan e provocou reflexos no trânsito municipal e na SP-332; motoristas enfrentaram congestionamentos e falta de rotas alternativas
Motoristas de Paulínia enfrentaram uma manhã de trânsito caótico nesta terça-feira (25), após uma carreta apresentar problemas e bloquear a rotatória do km 125 da Rodovia Professor Zeferino Vaz (SP-332), no Trevo do Metropolitan. O veículo estava no trecho municipal, a cerca de 300 metros da rodovia, e já foi removido, mas os reflexos permaneceram durante a manhã, provocando lentidão em diferentes pontos da cidade e nos dois sentidos da SP-332.
Um dos principais pontos afetados foi a Rodovia Roberto Moreira, utilizada por quem segue em direção à Rhodia e também para acessar a região da Unicamp, em Campinas, por Barão Geraldo. A Avenida José Paulino também registrou trânsito pesado em diversos trechos e cruzamentos.
A situação ainda atingiu a Avenida Armilida Padula Pietrobom e os acessos ao Condomínio Metropolitan, ampliando os congestionamentos e dificultando a circulação de veículos.
Motoristas sofreram com congestionamentos
O problema afetou não apenas quem utilizava o transporte individual. Motoristas relataram dificuldades para levar os filhos às escolas e chegar ao trabalho. Entregas também foram comprometidas, enquanto o congestionamento provocou impactos no transporte escolar, universitário, urbano e no deslocamento de trabalhadores de empresas instaladas na cidade.
O cenário foi agravado pelo fato de Paulínia ter poucas alternativas para desviar de determinados pontos de congestionamento. Na prática, quando ocorre um bloqueio em um dos principais acessos, não há uma rota de fuga eficiente para absorver rapidamente o fluxo de veículos, fazendo com que o trânsito se espalhe por outras avenidas e rodovias.
Problema recorrente nos horários de pico
Além do incidente desta terça-feira, motoristas de Paulínia já enfrentam diariamente trânsito pesado nos horários de pico. O deslocamento para Campinas pela SP-332 é um dos principais pontos de preocupação, especialmente para quem precisa acessar a Rodovia Dom Pedro I (SP-065) ou seguir em direção à Rodovia Campinas–Mogi Guaçu (SP-340).
O aumento do fluxo de veículos nesses horários, somado à concentração de acessos e à falta de alternativas viárias, faz com que qualquer acidente, veículo quebrado ou interdição provoque grandes impactos na mobilidade urbana.
A ocorrência desta terça-feira evidenciou novamente a necessidade de ampliar e melhorar as alternativas de circulação entre Paulínia, Campinas e as principais rodovias da região. Para quem depende diariamente dessas vias, minutos de atraso podem representar horas perdidas ao longo do dia, com reflexos no trabalho, nas escolas, no transporte de passageiros e na logística das empresas.
Mesmo após a retirada da carreta, os motoristas ainda enfrentaram lentidão em diversos pontos devido ao acúmulo de veículos formado durante o bloqueio.

